Funcionários da Caixa são alvo de operação da Polícia Federal contra fraude bancária no Agreste

Rebeca Siqueira • 23 de janeiro de 2026

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PF cumpriu mandados em Gravatá e Sairé na última quarta (21)


Diário de PE


Funcionários da Caixa Econômica Federal são alvo da Operação Senha Remota da Polícia Federal contra um esquema de fraudes bancárias envolvendo empréstimos consignados no Agreste de Pernambuco. A ação investiga ainda a participação de funcionária de uma correspondente bancária, suspeita de atuar em conjunto com servidores da instituição financeira.


Os detalhes da investida foram repassados pelo Delegado da PF, Jean Galindo. De acordo com as informações, o esquema veio à tona após contestações feitas por clientes da Caixa, que identificaram operações financeiras irregulares em suas contas. A partir dessas reclamações, o banco comunicou o caso às autoridades, dando início às investigações.


Com as apurações, a PF identificou indícios da participação de funcionários da Caixa e de uma correspondente bancária na execução das fraudes. Os investigados teriam causado um prejuízo estimado em mais de R$ 400 mil às vítimas.


Como o esquema criminoso funcionava

De acordo com Jean Galindo, os criminosos simulavam a emissão de documentos e impressos fraudulentos, além de criarem senhas de acesso indevidas aos sistemas bancários, sem o conhecimento dos clientes.


Com isso, realizavam empréstimos consignados fraudulentos e transferiam os valores das contas das vítimas para contas de terceiros.


As apurações também apontam que o grupo utilizava documentação falsificada para abertura de contas bancárias, além da inserção de dados falsos em sistemas da instituição financeira, caracterizando um esquema estruturado e reiterado de fraudes.


Segundo a PF, na operação desta quarta-feira (21), foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, sendo três no município de Gravatá e um em Sairé, ambos no Agreste pernambucano.


Durante as ações, os agentes apreenderam celulares, computadores, documentos e comprovantes bancários, que serão analisados no inquérito.


Além das buscas, a 30ª Vara Federal determinou o sequestro e o bloqueio de bens e ativos financeiros no valor superior a R$ 400 mil, quantia correspondente ao prejuízo estimado às vítimas. O objetivo da medida é garantir o ressarcimento dos danos causados pelos crimes investigados.


Os suspeitos poderão responder pelos crimes de estelionato majorado, falsidade documental, inserção de dados falsos em sistema bancário, lavagem de dinheiro e associação criminosa.


Por Rebeca Siqueira 27 de janeiro de 2026
A família de Camila Nogueira, 38, entrou com representação no Cremepe pedindo a cassação do CRM de três médicas (Foto: Cortesia) Diário de PE Familiares da consultora de imagem Camila Nogueira, de 38 anos, denunciam suposto erro médico após a paciente ser submetida a uma cirurgia tida como de “baixo risco” e sofrer complicações. Ela está em estado vegetativo desde então. O procedimento aconteceu em um hospital do Recife em agosto de 2025. A família de Camila entrou com representação no Conselho Regional de Medicina de Pernambuco ( Cremepe ) em dezembro, pedindo o afastamento e a cassação do registro profissional de três médicas envolvidas no caso. As cirurgiãs negam que tenham responsabilidade sobre o estado da paciente. Segundo o advogado Paulo Maia, um dos representantes de Camila, ela deu entrada no Hospital Esperança, no Centro do Recife, para realizar uma cirurgia de retirada da vesícula e correção de hérnia. A mulher estava saudável e não tinha histórico de doenças pré-existentes, de acordo com ele. Apesar do prognóstico favorável, Camila teria sofrido uma parada cardiorrespiratória e “danos cerebrais irreversíveis” durante o procedimento, segundo o advogado. Desde então, está com quadro de consciência mínima, sem autonomia e acamada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital. “Ela não interage nem se comunica com o meio. Está traqueostomizada e com sonda urinária. Ela apresenta deformidades nos membros inferiores e superiores, além da cervical”, relata Maia ao Diario de Pernambuco . Cirurgia Para o advogado, a situação de Camila seria resultado de “negligência” e "falha grosseira" da equipe médica, composta pela anestesista Mariana Parahyba e pelas cirurgiãs Clarissa Guedes e Danielle Teti. Procurada, a advogada da anestesista preferiu não se pronunciar. Já a defesa das cirurgiãs alega que “inexiste nexo de causalidade entre suas atuações e o dano gerado à paciente”. Segundo Maia, a cirurgia estava marcada para o início da manhã, mas, como sofreu atraso, Mariana substituiu a anestesista originalmente escalada. Ela teria deixado de fazer a anamnese (entrevista prévia com a paciente) e só preenchido a ficha pré-anestésica de Camila durante a cirurgia, de acordo com o advogado da paciente. “Desde o início da operação, os dados do monitor mostraram que a Camila não estava respirando bem”, diz Maia. Na representação ao Cremepe, os advogados de Camila afirmam que ela apresentava sinais de apneia (paradas repetidas de respiração), mas “os alarmes foram ignorados pela cirurgiã e pela anestesista, por período superior a 1 minuto e 42 segundos, sem qualquer registro de intervenção adequada”. Camila teria permanecido em “sofrimento respiratório” por 15 minutos, de acordo com o relato. Às 11h16, ela teria sofrido uma parada cardíaca que seria “reconhecida clinicamente pela equipe aproximadamente às 11h18, ou seja, quase dois minutos após o registro eletrônico”, segundo a representação. “No prontuário diz que quem viu que Camila estava em parada foi a cirurgiã (Clarissa). Ela diz que chamou a atenção da anestesista, que quando viu que a paciente entrou em parada, ela ficou atônita, sem saber o que fazer”, afirma Maia. Consta na representação que Camila foi reanimada às 11h33 com sequelas neurológicas permanentes. “Essa sequência de falhas levou à instalação de encefalopatia hipóxico-isquêmica (lesão cerebral por falta de oxigênio) grave e irreversível em paciente jovem, previamente hígida”, diz trecho. Representação Ao Cremepe, os advogados da família de Camila solicitam, inicialmente, o afastamento imediato total ou parcial do exercício da medicina das envolvidas. A representação aponta graus de responsabilidades diferentes para as três médicas. Para os representantes de Camila, a cirurgiã-chefe Clarissa Guedes, por ser a “garantidora da segurança global da paciente”, deveria responder por “atuação omissiva e comissiva como líder da equipe”. Já a anestesista Mariana Parahyba é acusada na representação de ter agido “com erro grosseiro, caracterizado por negligência, imprudência e imperícia, cujo resultado danoso era absolutamente previsível”. No documento, os advogados afirmam que ela teria registrado “valores incorretos” na ficha anestésica, ao serem comparados com os dados do monitor multiparamétrico. A anestesia também teria dito à família de Camila que aplicou atropina, um medicamento para tratamento de bradicardia grave, quando o coração está muito lento. “No próprio prontuário não tem qualquer documentação comprovando que essa medicação foi aplicada. Ela sabe que se a atropina tivesse sido aplicada, talvez, o quadro de Camila fosse outro”, afirma Maia. Por sua vez, a cirurgiã-auxiliar Danielle Teti é acusada de “omissão cúmplice”. Para os representantes da paciente, a médica teria sido negligente ao “manter-se passiva diante de sucessivos alarmes críticos e evidente instalação de cenário de emergência”. Defesas Por meio de nota, a defesa das médicas Clarissa Guedes e Danielle Teti afirma “categoricamente, que, no caso da paciente Camila Nogueira, inexiste nexo de causalidade entre suas atuações e o dano gerado à paciente”. Elas também manifestaram seu respeito e solidariedade à paciente e aos familiares diante do ocorrido. Além disso, a defesa das profissionais solicitou que dados pessoais não fossem divulgados. “A fim de prevenir danos injustos e irreparáveis à reputação profissional decorrentes de interpretações equivocadas sobre a autoria da intercorrência”, finaliza a nota. Já a advogada Sara Moura, que representa a anestesista Mariana Parahyba informou, por meio de nota, que optou por não apresentar manifestação no momento “após um alinhamento entre a assessoria jurídica”. Também por nota, o Hospital Esperança declarou que “prestou todo suporte necessário assim que tomou conhecimento da intercorrência”. “O hospital reafirma seu compromisso permanente com a qualidade assistencial, a ética, a transparência e, sobretudo, com a segurança de seus pacientes”, afirma. Já o Cremepe informou que denúncias recebidas e sindicâncias instauradas correm em sigilo processual para não comprometer a investigação. Veja as notas na íntegra Clarissa Guedes “A Dra. Clarissa Guedes Noronha, médica cirurgiã com vasta experiência em cirurgias do aparelho digestivo, afirma categoricamente, que no caso da paciente Camila Nogueira, inexiste nexo de causalidade entre a sua atuação e o dano gerado a paciente. A médica Clarissa reitera o seu profundo respeito e solidariedade à paciente e seus familiares, assim como requer a não divulgação dos seus dados pessoais e atribuições de responsabilidades, a fim de prevenir danos injustos e irreparáveis à reputação profissional decorrentes de interpretações equivocadas sobre a autoria da intercorrência” Danielle Teti “A Dra. Danielle Teti, médica cirurgiã com vasta experiência em cirurgias do aparelho digestivo, afirma categoricamente, que no caso da paciente Camila Nogueira, inexiste nexo de causalidade entre a sua atuação e o dano gerado a paciente. A médica Danielle reitera o seu profundo respeito e solidariedade à paciente e seus familiares, assim como requer a não divulgação dos seus dados pessoais e atribuições de responsabilidades, a fim de prevenir danos injustos e irreparáveis à reputação profissional decorrentes de interpretações equivocadas sobre a autoria da intercorrência.” Mariana Parahyba “Após um alinhamento entre a assessoria jurídica, optamos por não apresentar manifestação no momento. Obrigada pela compreensão.” Hospital Esperança “A paciente teve uma complicação cirúrgica enquanto estava aos cuidados da equipe escolhida por ela. O Hospital Esperança prestou todo suporte necessário assim que tomou conhecimento da intercorrência. O hospital reafirma seu compromisso permanente com a qualidade assistencial, a ética, a transparência e, sobretudo, com a segurança de seus pacientes.” Cremepe “O Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco (Cremepe) informa que todas as denúncias recebidas e sindicâncias instauradas pela autarquia correm em sigilo processual para não comprometer a investigação. Os expedientes são regidos pelo Código de Processo Ético - Profissional (CPEP), estabelecido pela Resolução CFM nº 2.306/2022.”
Por Rebeca Siqueira 22 de janeiro de 2026
Foto: Divulgação 
Por Rebeca Siqueira 21 de janeiro de 2026
Retiro de Carnaval 2026 em Arcoverde – Arte/Reprodução
Por Rebeca Siqueira 21 de janeiro de 2026
DER implantação de semáforos em Arcoverde – Foto: Reprodução 
Por Rebeca Siqueira 20 de janeiro de 2026
Foto: Hesíodo Góes/Secom-PE  Blog Carlos Britto O Governo de Pernambuco atingiu a marca histórica de 1,5 mil quilômetros de rodovias recuperadas em todas as regiões do Estado. No total, foram investidos R$ 4,6 bilhões nestas vias, por meio do ‘PE na Estrada’, o maior programa de recuperação rodoviária da história de Pernambuco. A Região Metropolitana do Recife (RMR) concentra o maior volume de recursos, com o aporte de mais de R$ 1,5 bilhão, seguida pelo Agreste, com R$ 1,2 bilhão, pelas Matas Norte e Sul, que somam quase R$ 1 bilhão, e pelo Sertão, com cerca de R$ 900 milhões investidos. “O programa PE na Estrada está em ritmo acelerado. Estamos conectando regiões, fortalecendo a economia, impulsionando o turismo e garantindo mais segurança e dignidade para quem vive e trabalha no nosso Estado. Esse é um avanço que mostra que Pernambuco voltou a investir em infraestrutura de forma estruturante e responsável. Em todas as regiões do Estado, há obras finalizadas“, afirmou a governadora Raquel Lyra. Entre as obras que integram o quantitativo já entregues estão intervenções em diferentes regiões do Estado, como a APE-009, entre Nossa Senhora do Ó e Muro Alto, em Ipojuca, na RMR; e a APE-062, em Aliança, na Mata Norte. Também foram concluídas a PE-045, entre Escada e Vitória de Santo Antão, na Mata Sul; a PE-149, entre Agrestina e Lajedo, no Agreste; a PE-270, entre Arcoverde e Itaíba; a PE-633, em Petrolina; e a PE-499, entre Terra Nova e Cabrobó, estas últimas no Sertão do Estado. “Temos avançado na recuperação de estradas de ponta a ponta de Pernambuco. Essa é uma marca histórica, mas que não vamos parar, a meta segue com obras importantes como o Arco Metropolitano“, disse o secretário de Mobilidade de Infraestrutura, André Teixeira Filho. Além das estradas já entregues, o Governo de Pernambuco mantém um conjunto robusto de obras em andamento, com ritmo acelerado de execução. Entre elas estão o Arco Metropolitano Viário, no trecho do Cabo de Santo Agostinho, com investimento previsto de R$ 632 milhões; a PE-027 (Estrada de Aldeia), com previsão de R$ 92 milhões, ambas na Região Metropolitana do Recife; a BR-104, entre o distrito de Pão de Açúcar, em Taquaritinga do Norte, e Vertentes, com R$ 141 milhões, no Agreste; a PE-060, entre Cabo de Santo Agostinho e São José da Coroa Grande, com R$ 80 milhões; e a PE-630, entre o distrito de Barra de São Pedro, em Ouricuri, e Trindade, com investimento de R$ 27 milhões. Capacidade Segundo o diretor-presidente do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), André Fonseca, o resultado reflete a retomada da capacidade do Estado em executar grandes obras de infraestrutura. “Alcançar essa marca é fruto de um trabalho contínuo de engenharia, fiscalização e gestão. O DER atua hoje com um amplo conjunto de obras em diferentes fases, garantindo mais segurança viária, melhor mobilidade e eficiência para quem utiliza a malha rodoviária diariamente“, enfatizou. Lançado em outubro de 2024, o programa PE na Estrada é a maior iniciativa de infraestrutura rodoviária da história de Pernambuco, com um investimento total de R$ 5,1 bilhões na recuperação de diversas rodovias.
Por Rebeca Siqueira 20 de janeiro de 2026
Foto: Reprodução 
Por Rebeca Siqueira 15 de janeiro de 2026
Foto: Divulgação Assessoria de Comunicação da PMA
Por Rebeca Siqueira 15 de janeiro de 2026
Portaria da Secretaria de Defesa Social (SDS-PE) divulgou, no Diário Oficial desta quarta (23), a expulsão do ex-sargento da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) (Foto: Arquivo/SDS) Diário de PE A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS) anunciou o reforço da Patrulha Escolar da Polícia Militar, com ampliação do efetivo e aumento no número de rondas realizadas nas escolas da rede estadual. De acordo com a SDS, o programa passou a contar com cerca de 1.400 policiais militares e 93 viaturas dedicadas exclusivamente ao atendimento das escolas estaduais. As equipes realizam lançamentos diários nos turnos da manhã e da tarde, somando aproximadamente 180 operações por dia, que atendem 898 unidades de ensino distribuídas em todas as regiões do Estado. Segundo a SDS, o reforço representa um crescimento expressivo em relação aos anos anteriores. Em 2023, a Patrulha Escolar operava com 350 policiais e 38 viaturas. Já em 2025, o número de lançamentos diários de viaturas aumentou cerca de 145%, ampliando a cobertura das rondas e a capacidade de resposta a ocorrências nas áreas escolares. Além do policiamento ostensivo, o programa também desenvolve ações preventivas voltadas à comunidade escolar. Ainda segundo a SDS, os policiais envolvidos promovem atividades educativas, esportivas e culturais, com o objetivo de fortalecer o vínculo com estudantes, professores e gestores das escolas. Entre as iniciativas estão projetos que oferecem aulas de artes marciais, música e práticas esportivas, além de palestras e atividades integradas com unidades especializadas da Polícia Militar. As escolas atendidas são selecionadas com base em critérios definidos pela Secretaria Estadual de Educação, considerando indicadores de vulnerabilidade.
Por Rebeca Siqueira 15 de janeiro de 2026
Diário de PE O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) reconheceu, nesta quarta-feira (14), a situação de emergência em 137 municípios do país, sendo 103 em Pernambuco , atingidos principalmente pela estiagem. As portarias foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Em Pernambuco, o reconhecimento atinge municípios de diferentes regiões do estado, entre eles Afogados da Ingazeira, Afrânio, Agrestina, Águas Belas, Alagoinha, Altinho, Araripina, Arcoverde, Belém do São Francisco, Belo Jardim, Betânia, Bezerros, Bodocó, Bom Conselho, Bom Jardim, Bonito, Brejão, Brejinho, Brejo da Madre de Deus, Buíque, Cabrobó, Cachoeirinha, Caetés, Calçado, Carnaíba, Carnaubeira da Penha, Caruaru, Casinhas, Cedro, Cumaru, Cupira, Custódia, Dormentes, Exu, Flores, Floresta, Frei Miguelinho, Granito, Gravatá, Iati, Ibimirim, Ibirajuba, Iguaracy, Ingazeira, Ipubi, Itaíba, Itapetim, Jataúba, Jatobá, João Alfredo, Jucati, Lagoa Grande, Lajedo, Limoeiro, Manari, Mirandiba, Moreilândia, Orobó, Orocó, Ouricuri, Paranatama, Parnamirim, Passira, Pedra, Pesqueira, Petrolândia, Petrolina, Poção, Pombos, Quixaba, Riacho das Almas, Sairé, Salgueiro, Saloá, Santa Cruz da Baixa Verde, Santa Cruz do Capibaribe, Santa Filomena, Santa Maria da Boa Vista, Santa Maria do Cambucá, Santa Terezinha, São Bento do Una, São Caetano, São José do Belmonte, Serra Talhada, Serrita, Sertânia, Solidão, Surubim, Tabira, Tacaimbó, Tacaratu, Taquaritinga do Norte, Terezinha, Terra Nova, Toritama, Trindade, Triunfo, Tupanatinga, Tuparetama, Venturosa, Verdejante, Vertente do Lério e Vertentes. Todos esses municípios tiveram a situação de emergência reconhecida em razão da estiagem , caracterizada pela redução prolongada das chuvas e impactos no abastecimento de água, na produção agrícola e na vida da população. Com o reconhecimento federal, as prefeituras pernambucanas passam a poder solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como a compra de cestas básicas, água potável, refeições para trabalhadores e voluntários, além de kits de limpeza, higiene pessoal e dormitório. As solicitações devem ser feitas por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD), e os pedidos serão analisados pela Defesa Civil Nacional, que define os valores a serem liberados conforme os planos de trabalho apresentados. Além de Pernambuco, o reconhecimento de situação de emergência também contempla municípios dos estados do Acre, Bahia, Ceará, Mato Grosso, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, afetados por estiagem, seca, inundações, chuvas intensas, vendavais, granizo e incêndios florestais.
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